mel, mel… e muitas abelhas!

O passado dia 15 de Fevereiro marcou o início de mais um Curso de Apicultura organizado pela Coimbra em Transição,  em Painça, Granja do Ulmeiro.

O grupo de participantes reúne pessoas muito diferentes, desde casais, pai e filho, amigos e outros curiosos a soldo, alguns já com conhecimentos e  experiência prática, querendo agora aprofundá-los, outros sem qualquer tipo de contacto prévio com estes seres incomparáveis que são as abelhas. Entre tanta diversidade, parecia ser comum o objectivo da sua presença: pessoas curiosas e entusiasmadas com vontade em aprender, conhecer  e familiarizar-se com este insecto que tem tanto para nos ensinar e oferecer.

“Eu estou aqui porque quero que o meu filho se orgulhe de mim no futuro, por eu ter feito algo de útil pela ecologia, pelo mundo”. Esta era uma entre muitas das motivações que ali levaram cerca de 16 pessoas.

Tivemos o Harald Hafner via skype, pois inesperadamente, por motivos de saúde, não pode estar fisicamente presente. Felizmente, a resiliência é também uma lição que se aprende com as abelhas e o João Leal, ex-aluno de edição anterior do curso, pode compensar este imprevisto introduzindo os primeiros conhecimentos sobre a cultura da apicultura ao longo da história, o funcionamento da colmeia e algumas noções de biologia sobre as abelhas.

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Apesar da chuva, o tempo ainda permitiu um passeio para reconhecimento de alguma flora benéfica às abelhas e uma visita ao apiário onde foram mostrados alguns modelos de colmeias: foi aberto um Cortiço onde havia entrado a traça, uma Top Bar feita no curso anterior e agora inabitada e uma Peronne também inabitada. O João explicou porque é que esta última experiência não resultou, e fez uma reflexão muito interessante sobre o necessário trabalho de experimentação e também a importância de aprender com os erros e de estarmos atentos. Por fim, mostrou-nos a elegância na orientação e construção dos favos e uma colmeia Langstroth  com as suas abelhas.

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E, como não podia faltar, houve intervalo para um almoço partilhado, que acaba por ser sempre um momento de convívio e troca de ideias!

Texto da Lurdes Mateus com uns apontamentos da Sara Rocha.

 
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