“Uma cabana em Marte” e “Disobedience”: cinema_ecologia_território_cidadania

Na continuidade das actividades de cinema e discussão em torno da ecologia e cidadania, a CeT apoia na organização e divulga:

23Nov (4ªfeira), Sala2 do CES, 15h

Projeção do premiado documentário do Canadá Uma Cabana em Marte (60min.), de Martin Bureau & Luc Renaud | Conversa com o diretor Luc Renaud*: A situação política e social das Primeiras Nações no Quebec e no Canadá
* Facilitada por Alison Neilson, do grupo Arts Informed Research, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
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Trinta anos após o fechamento da colónia mineradora de Schefferville, o grupo indígena Innu, após ter tomado possessão dessa vila abandonada pelos quebequenses, enfrentam um novo desafio: a reabertura das minas de ferro. Território, identidade e legitimidade alimentam o diálogo entre os dois povos diante dessa luta, quebequenses e povos indígenas (Premières Nations). Duas identidades que se dizem colonizadas e cuja primeira se comporta, por vezes, de modo colonizador. A quem pertence o território? Os povos indígenas têm direitos à autodeterminação como os quebequenses? Com uma grande carga poética Une tente sur Mars busca algumas respostas diante dessa complexa situação.

Trailer do filme e entrevista aos realizadores:
https://www.cinemapolitica.org/film/tent-mars
http://artthreat.net/2010/03/a-tent-on-mars/
Mais info sobre o evento:
https://artsinformedresearch.wordpress.com/2016/11/15/encontro-5/

 

30Nov (4ªfeira), sala1 CES, 18h30

Exibição do documentário Disobedience (40min.) e outras curtas-metragens sobre alterações climáticas e as relações intrincadas entre estas, a economia, as desigualdades sociais e a urgência em construir formas alternativas de viver, seguida de conversa com Sinan Eden, do Colectivo Climáximo.

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Sobre o documentário Disobedience:
http://watchdisobedience.com/

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I Encontro de Apicultura Natural – Apicultura e Sustentabilidade em discussão! 29 de Outubro, na ESAC, Coimbra

O apelo que nos move…
 É grande o sentido de urgência em reflectir, discutir e agir em prol das abelhas. Porque a produção alimentar constitui uma das principais actividades humanas com maior impacto sobre o planeta, é premente efectivar a preservação da biodiversidade, em particular, dos insectos polinizadores que permitem a manutenção dos ecossistemas e da segurança alimentar humana e não-humana. Uma acção global é necessária, e podemos começar desde já aqui! Nos nossos quintais, nas nossas hortas urbanas de varanda, nos campos de cultivo que abastecem os nossos mercados locais.
 A Apicultura tem um enorme potencial pedagógico, importante na sensibilização das novas gerações e também para demonstrar aos mais graúdos que é possível ser parceiro da natureza e construir uma relação que favorece a fertilidade e a produtividade dos nossos cultivos e, simultaneamente, que ajuda a cuidar da biodiversidade dos lugares em que vivemos. Não é linear a tarefa de transformar práticas e perspectivas que ao longo do tempo se têm mostrado menos sustentáveis, tanto no campo da Apicultura como da Agricultura. Até porque são vastos e complexos os desafios que se colocam à sustentabilidade da vida humana no planeta.
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 Por estes mesmos motivos, estamos convictos, que é fulcral o aprofundamento da reflexão e acção colectiva em torno da Apicultura, quer por quem a pratica, mas também por aqueles que a estudam ou que a acompanham à distância (enquanto curiosos ou apreciadores das iguarias que as abelhas nos oferecem).
 Já lá vão 5 anos desde que em 2011 desafiamos o carismático e entusiástico apicultor Harald Hafner a realizar o primeiro Curso de Apicultura Natural em Portugal, no Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Desde então foram várias as actividades pedagógicas e de formação avançada, com a participação de apicultores e curiosos da região de Coimbra e também de outras localidades do país.
 A vontade em contribuir para o desenvolvimento e divulgação de práticas e abordagens apícolas de cariz naturalista, motivou a criação da Plataforma pelas Abelhas, uma rede de pessoas interessadas em colaborar e trocar saberes e experiências, com o objectivo de desenvolver práticas apícolas com a menor interferência e impacto possível sobre as abelhas e o contexto envolvente das mesmas.
 Hoje são já diversos os projectos (quer da sociedade civil, do sector público e privado, e também científico) que no nosso país desenvolvem um trabalho notável no âmbito da educação e sensibilização, mas também no desenho e experimentação de materiais e abordagens. Mas ainda somos poucos. Urge aproximar os diversos sectores da Apicultura em Portugal, público, privado, associativo e familiar, profissional e amador. Urge conhecer os últimos avanços da ciência, compreender os desafios e dificuldades de quem cuida e vive com as abelhas.
 Este é o nosso convite: que participem no  I Encontro de Apicultura Natural, com o objectivo de discutir em conjunto a sustentabilidade dos diferentes tipos de práticas apícolas e dos seus fundamentos, divulgar práticas apícolas sustentáveis e mobilizar sinergias e colaborações em torno de uma rede de cooperação regional (e nacional?). O nosso cartaz evoca a toalha de mesa, lugar onde tantas vezes nos deliciamos com as iguarias melíferas. Da mesma forma, à mesa, em discussão plenária, propomos a discussão de um Manifesto pela Apicultura, enquanto tomada de posição colectiva sobre os caminhos possíveis e urgentes a seguir pela sustentabilidade do desenvolvimento humano e do planeta. 
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 Com a apresentação de diferentes projectos na área científica, pedagógica, associativa, profissional e amadora, pretende-se dar a conhecer um pouco da diversidade do que se faz neste âmbito da apicultura natural. E também colocar em presença perspectivas que, aparentando ser opostas, podem encontrar pontos de colaboração em torno da promoção da Apicultura em Portugal.
Quando e onde?
 Dia 29 de Outubro,  Sábado, das 09h45 às 17h30, no Auditório H1 da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC).
Programa Geral (sujeito a alterações)
09h45 | recepção dos participantes
10h00 | Sessão de Abertura
   Sara Rocha – Associação Coimbra em Transição
   João Noronha – Presidente da ESAC – Escola Superior Agrária de Coimbra
   Denis Hickel – Plataforma pelas Abelhas
10h30 | Painel 1: Factos, perspectivas e práticas sustentáveis de Apicultura em Portugal: contributos para uma discussão alargada sobre o potencial da Apicultura Natural (moderação: Teresa Vasconcelos – ESAC)
   10h30 – Harald Hafner (Abelha Azul) – Apicultura Natural – Api-Cultura pelo Futuro
   11h00 – João Casaca (FNAP – Federação Nacional dos Apicultores de Portugal) – A evolução da Apicultura em Modo de Produção Biológico em Portugal e o papel das organizações de produtores
   11h30 – Ana Jervis (Projecto pedagógico de Apicultura da Quinta da Moita)
12h00 | Pausa para almoço
12h00 – 14h00 | Feira Apícola: espaço para exposição de informação científica, de projectos e actividades de apicultura, mostra, venda e/ou troca de produtos e subprodutos do mel, e material e ferramentas de apoio à prática apícola (átrio da Escola Agrária)
14h00 | Painel 2: Factos, perspectivas e práticas sustentáveis de Apicultura em Portugal: contributos para uma discussão alargada sobre o potencial da Apicultura Natural
   14h00 – Miguel Leal (TimberBee)
   14h30 – João Leal – Ser apicultor
   15h00 – Denis Hickel (Quinta do Alecrim e Plataforma pelas Abelhas) – Manifesto pela Apicultura
15h30 | Pausa para lanche e Feira Apícola
16h15 | Mesa Redonda em plenário: Que futuro desejamos para a Apicultura?
17h30 | Sessão de Encerramento
   Lurdes Mateus e Filipe Santos – Associação Coimbra em Transição
17h45 | Plantação de árvores/plantas melíferas na ESAC
Feira Apícola – Mostra de iniciativas, projectos e produtos
 A participação na Feira Apícola terá um custo simbólico de 2,5 zangões, revertendo o valor para a compra de plantas melíferas a plantar na sessão de encerramento do evento. A feira funcionará em registo de venda, troca directa e/ou dádiva de acordo com o pretendido pelos participantes. Contacte-nos por e-mail: coimbraemtransicao.geral@gmail.com
Inscrição no Encontro
 Para se inscrever envie um e-mail com o assunto “[Inscrição – Encontro de apicultura]”para coimbraemtransicao.geral@gmail.com
A inscrição até ao dia 24 de Outubro tem o custo de 10 zangões, e deve ser pago por transferência bancária para o NIB 001000005030612000160. Após a data de 24 de Out., incluindo o pagamento em numerário no próprio dia, o custo será de 15 zangões
Almoço e lanche
 No sábado o refeitório da ESAC está fechado mas o bar estará aberto entre as 8h e as 14h, com serviço de refeições. Se preferir, traga uma merenda para partilhar ao almoço! No lanche da tarde serão providenciadas infusões, água e algumas iguarias com mel.
Como chegar?
   A ESAC situa-se em Bencanta, Coimbra. Veja aqui.
Acompanhe as actualizações e notícias sobre o Encontro na nossa página do evento no Facebook.
Apoios
 A Coimbra em Transição agradece à ESAC o apoio prestado na disponibilização dos espaços!
Esperamos ver-vos em breve!
Saudações apícolas,
A Comissão Organizadora do evento.

Se é para AMANHÃ, bem podias fazer hoje! (e ir ao cinema)

E se mostrar soluções, contar uma história positiva, fosse a melhor forma de resolver as crises ecológicas, económicas e sociais que atravessam o nosso mundo? Após a publicação de um estudo que anuncia a possibilidade do desaparecimento da humanidade até 2100, Cyril Dion e Mélanie Laurent partiram com uma equipa de quatro pessoas, para investigar em dez países aquilo que poderá provocar esta catástrofe e, sobretudo, como evitá-la. Durante a sua viagem, encontraram pioneiros que reinventaram a agricultura, a energia, e economia, a democracia e a educação. Ao juntarem todas estas iniciativas positivas, eles começam a ver emergir aquele que poderá ser o mundo de amanhã.

O premiado documentário “Amanhã” da atriz e realizadora francesa Mélanie Laurent e do jornalista e fundador do movimento Colibris e da revista Kaizen, Cyril Dion irá passar no Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) na próxima 2ªfeira, às 18h30 (aqui o trailer).

A Coimbra em Transição associou-se ao TAGV na divulgação deste filme e está a promover a realização de um passatempo atribuindo 5 bilhetes gratuitos para o filme! Basta responder, até dia 13 de outubro, da forma mais original (e sustentável) à pergunta: O que poderá ser a sua contribuição para um “outro amanhã”?… Participe e ganhe! Respostas na página do evento: https://www.facebook.com/coimbraemtransicao/

E, sobretudo, venha connosco ao cinema. Após o filme será realizada uma breve conversa informal sobre a reflexão que o filme nos trouxe e de que forma ela se contextualiza no sítio em que vivemos. Siga o evento no facebook.

demain

 

 

Um julgamento de faca e garfo ou o poder insuspeito das pequenas sementinhas – oficina de germinados 15Out, 11h

Sementes são coisas tão pequenas e de tal aspecto inofensivo que facilmente se torna insuspeito o poder que nelas reside. Sim, a sua força nutricional faz delas um excelente aliado da saúde alimentar. Mas o seu poder é também cultural, político e económico. E ambiental. Estes pequenos grãos são hoje motivo de grandes discussões, investigações, diálogos, desentendimentos, esperanças e mortes. Talvez elas não quisessem tamanho protagonismo, talvez só quisessem mesmo continuar o seu ciclo milenar de germinação, transformação e regeneração, mas o génio e o desassosego humanos lá as trouxeram para a ribalta.

É já nesta 6ªfeira, dia 14 de Outubro, que se inicia a iniciativa da sociedade civil  Tribunal Monsanto, um tribunal popular internacional com o objetivo de julgar a Monsanto enquanto responsável por violações de direitos humanos, por crimes contra a humanidade e contra o ambiente. Irá decorrer nos dias 15 e 16 de Outubro em Haia, Holanda, e é uma iniciativa apoiada por Vandana Shiva, Corinne Lepage, Marie-Monique Robin, Olivier de Schutter, Gilles-Eric Séralini e Hans Herren: dois activistas portugueses, membros do Tribunal estarão presentes para testemunhar este evento histórico.

É também na primeira quinzena de Outubro (de 2 a 16) que decorre mais uma vez a Campanha Global Seed Freedom. Já não é a primeira vez que participamos nesta semana com um evento em Coimbra, a novidade é fazê-lo com parceiros de luxo: numa matutina oficina, a Aromas a Dois irá falar dos benefícios do consumo de germinados, ensinar a germinar sementes e outras formas de os incluir na nossa culinária quotidiana; a oficina será acolhida no espaço mais delicioso para visitar num sábado de manhã, o Mercadinho do Botânico.

De uma forma simples, vamos aprender conhecimentos de culinária práticos enquanto conversamos um pouco sobre estes poderes insuspeitos das sementes, quer para a sua saúde, quer no impacto que um acto tão pequeno como comer e preservar sementes, pode ter sobre a vida da nossa comunidade. Façamos dos nossos talheres aliados de peso na defesa de uma alimentação saudável, de uma economia local próspera e justa e de um ambiente sustentável.

Se chover, não se acanhe, temos um plano B! Este sábado, às 11h, no Mercadinho do Botânico. Inscreva-se através deste formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSer9qp8l9b_Y-b9d6HEKuwUDcIditzg6yeh1EuFYOnVrVU5jQ/viewform

8 de Março

 

Um Mercado de Outono, um encontro solidário e cinema!

Fica o convite para participarem nas próximas actividades!

Filme Catálise – processo em curso – 30 Set., 22h30, Museu da Ciência
Amanhã há cinema temático na Noite Europeia dos Investigadores da Universidade de Coimbra! Em parceria com a Oficina de Ecologia e Sociedade do Centro de Estudos Sociais, a CeT promove a exibição do filme “Catálise – processo em curso”, um documentário de 2015 sobre a procura de outras formas de viver, ser e fazer em Portugal. Às 22h30, no Museu da Ciência, Coimbra.
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Os múltiplos rostos da Economia Solidária – 1 Out., 9h30, Faculdade de Economia, Olivais
A Rede Portuguesa de Economia Solidária e o grupo de Economia Solidária do Centro de Estudos Sociais da UC (ECOSOL) promovem um encontro que pretende dar a conhecer as especificidades e experiências de economia solidária em Portugal. A Transição Portugal foi convidada a participar, estando a CeT a apresentar uma experiência local concreta. Pode acompanhar o evento aqui. Das 9h30 às 18h40, na Faculdade de Economia, Olivais. Inscrições para: ecosol@ces.uc.pt
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Mercado de Outuno – 1 Out., 15h, Casa das Artes
A partir das 15h abrem-se as portas. Vamos inaugurar os canteiros viajantes da CeT, agora cedidos à Casa das Artes. Com miúdos e graúdos serão plantadas ervas aromáticas e outras que tais enquanto vários produtores do Mercadinho do Botânico e outros produtores da região de coimbra nos seduzem com os seus produtos frescos e não só. Também há livros e outras coisas que tais. Vai haver prova de cerveja artesanal, pão e sabão cervejeiro! E às 18h há música ao vivo. Uma tarde bem passada com certeza! Apareça!mo

As ervas do Choupal, um almoço de mel e uma cerveja comunitária

Ontem foi o dia Internacional das Abelhas, uma efeméride que nos recorda a importância destes polinizadores fundamentais para a manutenção da biodiversidade e da nossa segurança alimentar.
Em jeito de celebração, amanhã vamos ‘piquenicar no Choupal às 14h e depois dar um pequeno passeio com a Patrícia Miguel a mostrar-nos algumas das ervas silvestres que ali crescem, os seus usos e propriedades. Venha também!
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Na 5ªfeira, dia 26, feriado nacional, é dia de almoço no Hortim, dedicado à apicultura natural, ao mel e às abelhas. Convidamos o apicultor Harald Hafner e algumas das pessoas que passaram pelas oficinas de apicultura nos últimos anos para partilharem as suas experiências. Venha almoçar connosco, haverá mel para a sobremesa (a já rara última “colheita” do Jardim Botânico).
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No dia 29, Domingo, vamos a Miro, em Penacova, a pretexto dos nossos cervejeiros da CAOS partilharem as suas experiências e conhecimentos com a população local e fazer uma cerveja nova. O nosso anfitrião será o  Grupo de Miro (GSSDCRMiro). Parece que há muitos anos atrás ali se fazia cerveja artesanal, pelo que o dia promete em histórias e memórias. Se quiser participar envie-nos um e-mail para combinar boleias!
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Transplantação partilhada: convite para um novo ciclo no Hortim| Sábado, dia 30, às 11h

Depois de um ano de observação e vivência no Hortim já conhecemos melhor o espaço e tornou-se mais fácil planear a horta. Do ano passado ficou a espera expectante pelas flores das alcachofras, lindíssimas borragens azuis que se multiplicaram, rebentos de couves, perila roxa (Perilla frutescens) e arruda que se foram espalhando espontaneamente pelos caminhos. A abundância dá assim o ar da sua graça, de forma gratuita e desinteressada.

Ainda há muito trabalho a fazer e por isso lançamos agora um novo convite para passar um dia no Hortim a transplantar todas as plantinhas que estão na estufa e que resultaram da sementeira deste ano. Boa parte das plantas foram semeadas na “sementeira sem limites” de Fevereiro, partilhada entre a APPACDM, a Quinta da Conraria e a AFSD – Cavalo Azul, organizada pela Associação Capacidades sem Limites e dinamizada pela Coimbra em Transição. Foi em clima de informalidade que, a pretexto da proximidade da Primavera, trocaram-se saberes e experiências sobre preservação de variedades tradicionais de sementes e práticas diversas de horticultura, num dia diferente para nós e para os utentes e membros das instituições presentes.

Participe! Apareça dia 30 de Abril, às 11h.

O que precisa de trazer (e se não tiver não deixe de aparecer! Toda a ajuda será sempre bem vinda!):

1. Uma faca normal (das que usamos nas refeições; para facilitar a recolha das plantas e da terra que estão nos alvéolos).

2. Pequenas pás para a abertura dos orifícios para implantação no local definitivo.

3. Garrafões vazios de plástico transparente, para fazermos protecções anti-caracóis.

4. X-acto para cortar os garrafões.

5. Sementes para semear directamente no local (por exemplo: cenouras, rabanetes, algumas flores, girassóis, chagas, etc.). As que tiverem disponíveis.

6. Se tiverem terra ou composto bem nutridos (bio), tragam por favor, ajudarão a fertilizar o jardim.

7. Luvas, opcional.

8. Almoço para partilhar, opcional.

ACTIVIDADE COM ENTRADA LIVRE.
CONTACTOS PARA MAIS INFORMAÇÕES: coimbraemtransicao.geral@gmail.com
916252602

Um Prato de Conversa sobre agricultura e consumo | 18 de Abril

Cada vez mais a alimentação é um tema presente no nosso quotidiano. Grande parte das vezes,  surge associado a preocupações com os impactos na saúde humana. Em resposta a estas inquietações existem cada vez mais estabelecimentos comerciais e outro tipo de iniciativas que promovem e/ou vendem produtos “biológicos”, “caseiros” ou produzidos de forma “sustentável”. Mas, para além da saúde individual e das famílias, que outros impactos os actuais padrões de consumo alimentar e práticas agrícolas têm? Que influência têm sobre o desenvolvimento socioeconómico local, regional e nacional? E que experiências existem actualmente que procuram construir outros modelos de Agricultura e de Consumo, face ao modelo de produção agro-industrial?

Tendo estas e tantas outras questões na cabeça, a Coimbra em Transição e o Grupo de Consumo da Casa da Esquina convidam-na/o para um Prato de Conversa sobre Agricultura e Consumo, no próximo dia 18 de Abril, às 20h, na Casa da Esquina. Traga um petisco para um jantar partilhado, que a Rosa Rodrigues do Mercadinho do Botânico vai preparar uma sopa quente com os vegetais da sua horta.

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Para nos ajudar a reflectir sobre  estas questões temos dois convidados especiais:

O camponês Nuno Belchior, com um passado ligado às ciências sociais e às artes, membro do Projecto 270, uma iniciativa que resulta de um percurso de mais de 10 anos de trabalho na área da Soberania Alimentar, e  hoje sediada na Quinta do Bell, Pinhal Novo, onde o Projecto desenvolve uma rede de Agricultura Suportada pela Comunidade.

O agrónomo Cláudio Carvalho, com larga experiência na área da Agricultura Social, sobretudo no trabalho com pessoas com deficiência e outros grupos sociais vulneráveis. É um apaixonado pela natureza e pela história cultural em torno da Agricultura. Entre vários projectos pedagógicos em instituições sociais integra também um projecto Eco-Escolas numa escola de Coimbra.

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Este evento serve também para aproveitar a visita do Nuno Belchior a Coimbra, a propósito da Mesa-Redonda Lutas camponesas e a reinvenção do sistema alimentar mundial: A Via Campesina e o paradigma da soberania alimentar, a acontecer às 16h30, na Sala 1 do Centro de Estudos Sociais de Coimbra.

Oficina de Construção de Abrigos para Pássaros e Insectos Polinizadores, 10 de Abril, no Hortim

A NOSSA ALIMENTAÇÃO DEPENDE DOS INSECTOS POLINIZADORES!
Quando olha para o seu prato repleto de alimentos, saiba que cerca de um terço da produção agrícola mundial depende do trabalho de polinização das abelhas. E se pensa que as abelhas melíferas que produzem o mel trabalham sozinhas, elas fazem-no em conjunto com abelhas selvagens, abelhões, moscas, vespas, borboletas, formigas, …, além das aves e dos morcegos!

… E ESTES ANIMAIS ESTÃO AMEAÇADOS!
Os insectos polinizadores estão crescentemente ameaçados pelo uso de agroquímicos tóxicos na agricultura intensiva e convencional, aumento das monoculturas pobres em alimento em detrimento dos tradicionais prados de flores silvestres, dispersão de doenças, alterações climáticas…
Está nas nossas mãos lutar pela nossa soberania alimentar, o que inclui conhecer melhor estes insectos e colaborar com o seu trabalho.

O que poderemos fazer?

ACTO I – Abrigos para insectos polinizadores
Nesta oficina vamos conhecê-los melhor e perceber como os podemos ajudar. Vamos construir abrigos utilizando materiais naturais e reciclados, de forma a propiciar-lhes mais locais para porem os seus ovos e aumentarem a sua sobrevivência e, simultaneamente, a nossa produção da horta ou da varanda.

Formadora: Ana Jervis é Mãe, Engenheira Zootécnica, Educadora Ambiental, Apicultora, cofundadora do movimento Aveiro em Transição e responsável pelo Apiário Pedagógicoda Quinta Ecológica da Moita, em Aveiro, e em Serralves, no Porto. A sua missão é partilhar com miúdos e graúdos experiências pedagógicas que nos tornam mais autossuficientes, felizes, conscienciosos e em equilíbrio com a Natureza.

ACTO II – Caixas-ninho para aves
O que são, e para que servem?
Estes ninhos artificiais para aves são uma caixa feita de madeira que se assemelha a uma cavidade natural, podendo colocar-se em árvores, postes ou edifícios e que visa proporcionar uma zona de nidificação às aves que utilizem a zona para se alimentar. Propõe-se a construção de dois tipos de caixa ninho: com abertura circular para chapins, ou com meia frente aberta para pequenos turdídeos.

Espécies alvo: Pretende-se com esta oficina favorecer 2 grupos de aves: – os chapins e trepadeiras que utilizam cavidades naturais em árvores para nidificarem e que apreciam bastante as caixas ninho; – os pequenos turdídeos – tordos, melros, rabirruivos ou piscos – ou outras espécies como os papa-moscas, as carriças ou as alvéolas que preferem as caixas ninho que lhes proporcionem uma boa visibilidade durante a incubação.

Formador: Filipe Oliveira Santos é Engenheiro Florestal e Amante de Inventário Florestal, Cadastro Rústico, Ecologia e Estudos da Natureza

Objectivos da Oficina:
– Informar e sensibilizar sobre a diversidade e importância económica e ecológica dos insectos polinizadores e das aves;
– Ensinar a construir abrigos para diversos insectos polinizadores e aves;
– Colocar abrigos no Jardim da Sereia, propiciando assim o aumento da biodiversidade local e dos serviços prestados ao ecossistema;
– Estimular uma relação mais próxima com a Natureza.

Público-alvo:
– Famílias, crianças, jardineiros, agricultores, …

OFICINA COM ENTRADA PAGA E LIMITADA A 20 PESSOAS
INVESTIMENTO:
2 Ninhos PARA ASSOCIADOS;
4 Ninhos PARA NÃO ASSOCIADOS

CONTACTOS PARA MAIS INFORMAÇÕES e INSCRIÇÕES (OBRIGATÓRIAS):
EMAIL: coimbraemtransicao.geral@gmail.com
Ou mensagem para a página de facebook da Coimbra em Transição.
TLMS: 964393760 | 965879150
VISITE AQUI O EVENTO NO FACEBOOK.

 

Cultivar sem limites! | sementeira partilhada – 26Fev, 10h30

Olá!

Temos andado a cuidar da horta e a aprender a fazer cerveja caseira.
Apesar da chuva e do frio as sementes querem germinar, seja na terra ou pelas nossas mãos!

Fica o convite para a próxima actividade da Coimbra em Transição:

26 fev 2016 Semeando Sem Limites
Cultivar sem limites!
Não é uma prova de “ultrahorticultura” ou de triatlo na horta… é uma sementeira partilhada e a construção de casas de pássaros.
Participam a APPACDM Coimbra, a Cavalinho Azul, a Associação Capacidades sem Limites e a Coimbra em Transição.
Apareça, esta 6ªfeira, às 10h30!